Seu filho compreendido, sua família acolhida.
Sou a Dra. Gisela Alves, psiquiatra da infância e adolescência. Acompanho crianças e adolescentes dos 2 aos 16 anos — com pós-graduação em TEA e em TDAH — em um consultório lúdico em Belo Horizonte e online para todo o Brasil.
Muitos pais chegam sem saber se o que veem é "fase" ou motivo de cuidado. A consulta existe justamente para isso: acolher a dúvida e orientar o caminho.
Toda pergunta é bem-vinda. São os pais que mais conhecem seus filhos — e essa escuta é o ponto de partida do cuidado.
O consultório é preparado para a criança se sentir à vontade. Brincar também é linguagem — e faz parte da avaliação.
Avaliação criteriosa e baseada em evidências, no ritmo de cada criança e respeitando a singularidade de cada família.
Cada criança no seu tempo, cada família no seu contexto
Transtorno do Espectro Autista
Intervenção precoce a partir dos 2 anos, mesmo sem diagnóstico fechado, com terapia ABA e estratégias naturalistas Denver.
Saiba mais →Déficit de atenção e hiperatividade
Avaliação cuidadosa e tratamento que reduz as dificuldades e ajuda a criança a desenvolver todo o seu potencial.
Saiba mais →Ansiedade e depressão infantil
Da ansiedade de separação aos quadros de humor: atenção aos sinais que fogem do esperado para cada fase.
Saiba mais →Outros transtornos da infância
TOC, fobias específicas, transtorno opositor-desafiador, transtorno bipolar e demais quadros de início na infância.
Saiba mais →Um caminho simples para começar
Sem formulários longos: conte brevemente o que te preocupa e combinamos o melhor horário.
A primeira conversa é sobre a história de vocês: rotina, comportamento, escola e dinâmica familiar.
De forma lúdica e respeitosa, no tempo dela — brincar faz parte da avaliação.
Orientação parental, psicoterapia e, quando necessário, medicação — sempre decidido junto com a família.
O mesmo cuidado, em qualquer lugar do Brasil
Para muitas famílias, a orientação parental e o acompanhamento funcionam muito bem à distância. Na primeira conversa, avaliamos juntos o formato ideal para o seu caso — presencial, online ou uma combinação dos dois.
Quando vale conversar com uma especialista?
Selecione a faixa etária do seu filho e veja os sinais que costumam merecer um olhar mais atento.
- Atraso ou regressão na fala e na comunicação
- Pouco contato visual e pouco interesse em interagir
- Birras muito intensas, frequentes e difíceis de acalmar
- Agitação constante, além do esperado para a idade
- Seletividade alimentar extrema ou rotinas muito rígidas
- Ansiedade de separação que limita a rotina da família
Nessa fase, a intervenção precoce faz grande diferença — especialmente diante de sinais do espectro autista.
Leia o guia: primeiros sinais de autismo, do bebê aos 3 anos →
- Dificuldade de concentração que afeta a vida escolar
- Agitação e impulsividade marcantes, em casa e na escola
- Medos excessivos, preocupação constante ou recusa escolar
- Irritabilidade frequente ou explosões desproporcionais
- Isolamento e perda de interesse em brincar com amigos
- Queixas físicas repetidas (barriga, cabeça) sem causa aparente
É a fase em que TDAH e ansiedade costumam aparecer com mais clareza, junto com as demandas da escola.
- Tristeza persistente ou isolamento do convívio familiar
- Alterações marcantes de sono e apetite
- Queda brusca no rendimento e no interesse escolar
- Irritabilidade intensa ou mudanças bruscas de humor
- Ansiedade que limita atividades, amizades e saídas
- Falas de desesperança ou de desvalorização de si
Na adolescência, mudanças fazem parte — o alerta está na intensidade, na duração e no impacto na vida.
Sinais isolados fazem parte do desenvolvimento e não significam diagnóstico. O que merece atenção é o conjunto — intensidade, frequência e impacto na vida da criança. Na dúvida, uma avaliação acolhe e orienta.
Conversar sobre meu filho →O que os pais costumam perguntar
Crianças e adolescentes dos 2 aos 16 anos. Em casos de suspeita de TEA, a intervenção precoce pode começar já aos 2 anos, mesmo sem diagnóstico fechado.
Começa pela escuta dos pais — ninguém conhece a criança melhor do que vocês. A partir dessa conversa, a avaliação da criança acontece de forma lúdica e respeitosa, e o formato é combinado no agendamento.
Não. Em muitos casos, a orientação parental e a psicoterapia são suficientes. A medicação entra quando é realmente necessária — sempre explicada e decidida junto com a família.
As consultas são particulares e não atendemos convênios.
Por videochamada, com a mesma escuta e o mesmo cuidado da consulta presencial. É especialmente útil para orientação parental, acompanhamento e famílias fora de Belo Horizonte.
Sim — e quanto antes, melhor. A intervenção precoce aproveita a neuroplasticidade dos primeiros anos e pode começar antes do diagnóstico fechado.
Sim. O diagnóstico do transtorno do espectro autista (TEA) é clínico e pode ser feito pelo psiquiatra da infância e adolescência. Não existe exame de sangue ou de imagem que confirme o autismo; quando necessário, a avaliação reúne também informações da escola e de outros profissionais, como fonoaudiólogo e neuropsicólogo.
Começa pela escuta dos pais sobre o desenvolvimento, a rotina e a escola. Depois, a criança é observada de forma lúdica, no tempo dela — brincar faz parte da avaliação. Ao final, a família recebe as conclusões e um plano de cuidado, construído junto com vocês.
O primeiro passo pode ser mais leve do que parece.
Chame no WhatsApp, tire suas dúvidas e combine a melhor forma de cuidar de quem você mais ama.
Avenida do Contorno, 5351 · sala 302 · Funcionários, BH